Sobre

Eu não aprendi e-commerce em curso. Aprendi vivendo.

Gabriela Conservani, fundadora da Cogga Conecta

Fundei uma marca, cresci ela do zero, vendi. No caminho, aprendi na prática quase tudo que existe sobre operação de e-commerce.

Comecei com a tutte. Não tinha fórmula pronta — tinha produto, muita vontade, e uma pilha de coisas que a gente só escuta falar sobre ter uma empresa, e na prática é completamente diferente: estoque que não fechava, fluxo de caixa que eu não entendia direito, decisões tomadas correndo.

Fui aprendendo na prática, errando e corrigindo, até entender o que realmente sustenta uma marca que conversa com seu público e entrega um bom produto por trás da vitrine bonita.

Depois, adquiri experiência com a operação digital de grandes marcas de varejo — vendo de perto como operações muito maiores lidam com os mesmos problemas que eu já tinha resolvido em escala pequena. O tamanho muda a complexidade, mas não muda os fundamentos.

Por que a Cogga existe

Eu já estive do outro lado da mesa.

Sei o peso de tomar uma decisão e não saber se foi a escolha certa. Sei como é vender bem e mesmo assim ter o caixa desestruturado, sem clareza de quanto realmente sobrou.

Por isso a Cogga não entrega relatório e desaparece. Eu entro na operação — estoque, financeiro, metas — e também no que o cliente final vê e sente: usabilidade, conversão, experiência de compra. Não separo essas partes, porque na prática elas nunca estiveram separadas.

Não presto um serviço à distância. Não vendo uma fórmula genérica. Entrego o que já testei na própria operação, agora aplicado à sua — de perto.

Se você tá tentando entender por onde começar a organizar sua operação, eu já passei por isso.

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